3 de setembro de 2009

FILME ILHADO

Olá 8ª Série! Veja como o o efeito estufa e o aquecimento global são tratados neste vídeo.


Fonte:
http://www.youtube.com/watch?v=w1uOw6Ye93o&feature=related

Efeito Estufa I

Para 8ª Série.
Olha só que vídeo interessante sobre o aquecimento global!




Tenho certeza que, depois dessas imagens, aprecerão redações maravilhosas sobre o efeito estufa e o aquecimento global. Sucesso!

Um abraço!

Fonte:
www.youtube.com

Efeito Estufa II

Este também é muito legal.



Após, assistirem a esse vídeo verei o talento de vocês na escrita. E tenho certeza que verei excelentes textos. Pois bem, mãos à obra!
Sucesso!
Um abraço.


Fonte:
www.youtube.com

29 de agosto de 2009

Um Pouco da Arte de Gustave Coubert

Olá turmas do 2º Ano do Colégio Presidente Médici!
Sejam bem vindos!

Trago vocês para um ambiente novo e legal, onde podemos discutir um pouco mais sobre a História da Arte. Este é um blog onde publico de tudo um pouco (poemas, crônicas, notícias da educação, piadas, vídeos educatívos, etc.), por isso é chamado VENDAVAIS. Estou postando aqui algumas imagens sobre Coubert porque lá no Portal dos Professores não comporta muita imagem.
Apreciem e reflitam sobre os conceitos do Realismo (no www.portaldoprofessor.com.br/gilprofessor) e observe aqui os elementos mais marcantes na obra do pintor.
Este é Coubert (1819-1877):

À direita detalhe central do quadro O Atelier do Pintor.







Este quadro (abaixo) é O Enterro em Ornans (1850). Ele é considerado primeira obra de Coubert.


O Retorno da Feira Flagey (1848), quadro que inaugura o Realismo francês.


Logo abaixo, o magnífico quadro: Os Britadores de Pedra (1849).
Abaixo de Os Britadores de Pedra temos o belíssimo quadro: O Atelier do Pintor (1855).





Este acima, o famosíssimo: Mulher Entre as Ondas (1867), quadro que escandalizou Napoleão III.
Depois, Moças Peneirando o Trigo (1854);
e por fim: O Desespero (1845), autoretrado de Coubert.
Não fiquem só nisso. Pesquisem também as entrevistas concedidas pelo Pintor. Faça uma análise da sua obra diante do contexto histórico em que surgiu Realismo.
Tenha uma ótima pesquisa e bons estudos!
Um abraço!

Fonte das imagens:http://www.pco.org.br/conoticias/ler_materia.php?mat=1485

15 de agosto de 2009

A FÁBULA E A EDUCAÇÃO

Noutro dia, folheando uma velha apostilha, encontrei uma fábula de autoria desconhecida. Ela é bastante conhecida, principalmente, para aqueles que se dedicam ao magistério. Então achei oportuno postá-la aqui. É assim:

“Certa vez, os animais resolveram preparar seus filhos para enfrentarem as dificuldades do mundo e, para isso, organizaram uma escola. Adotaram um currículo prático que constava de CORRIDA, ESCALADA, NATAÇÃO E VOO.

“Para facilitar o ensino, todos os alunos deveriam aprender todas as matérias.
“O PATO, exímio nadador (melhor que o professor), conseguiu notas regulares em vôo, mas era aluno fraco em corrida. Ficou com os pés terrivelmente esfolados e, por isso, não conseguia nadar como antes. Entretanto, como o sistema de promoção era a média aritmética das notas nos vários cursos, ele conseguiu ser aluno sofrível, e ninguém se preocupou com seu caso, naturalmente, só o próprio pato.

“O COELHO era o melhor aluno do curso de corrida, mas sofreu tremendamente e acabou com um esgotamento nervoso, de tanto tentar a natação.

“O ESQUILO escalava admiravelmente, conseguindo belas notas no curso de escalagem, mas ficou frustrado no vôo pois o professor o obrigava a voar de baixo para cima e ele insistia em usar os seus métodos, isto é, em subir nas árvores e voar de lá para o chão. Ele teve que se esforçar tanto em natação que acabou por passar com nota mínima em escalagem, saindo-se mediocremente em corrida.

“A ÁGUIA foi uma criança problema, severamente castigada desde o princípio do curso, porque usava métodos exclusivos dela, para atravessar o rio ou subir nas árvores. No fim do ano, uma águia anormal que tinha nadadeiras conseguiu a melhor média em todos os cursos e foi a oradora da turma.

“Os RATOS e os CÃES DE CAÇA não entraram na sala porque a administração se recusou a incluir as matérias que eles julgavam importantes, como ESCAVAR TOCAS e ESCOLHER ESCONDERIJOS. Acabaram por abrir uma escola particular junto com as MARMOTAS e, desde o princípio, conseguiram grande sucesso.”

Vamos refletir um pouco?

Qual a escola que queremos para os nossos filhos? A que esfolou os pés do pato, sem observar sua aptidão física? A que insistia para que o coelho nadasse e esquilo voasse? A escola presa a padrões rígidos e rigorosos? A escola fechada, que se recusa ouvir ou adotar atitude inovadoras?

Não, caros pais, caros professores, não acredito que esta seja a escola almejada por todos. Pois queremos que nossos filhos e/ou nossos alunos aprendam. A escola deve está voltada para o aluno e para si própria. Ela deve também refletir sobre sua eficácia. Deve aprender enquanto ensina. Contudo, ainda nos deparamos com escolas onde a intolerância e as atitudes inflexíveis estão sempre presentes.

Escola não é de Diretor, Coordenador ou de Secretário. A escola é um ambiente da comunidade, portando de todos. E inserido nessa comunidade está a figura do professor, peça fundamental no processo de ensino/aprendizagem, e a relação entre professor e aluno é fundamental no processo pedagógico. Também destes, com as demais camadas hierárquicas da educação. Mas as palavrinhas mágicas onde estou tentando chegar são bem simples de serem entendidas: ADEQUAÇÃO e HARMONIA.
De acordo com a fábula, a primeira palavra - adequação - foi o motivo da falta de êxito numa escola (por não se adequar) e sucesso noutra escola (por se adequar); a segunda - harmonia - é essencial em qualquer relação, principlamente no ambiente educacional. Devemos, pois, cultivá-las para tornar a escola um lugar atrente, agradável e propício para a aprendizagem.
Entre tantas, esta foi mais uma lição que a releitura da escola dos bichos trouxe para mim.

30 de julho de 2009

OS DEZ MANDAMENTOS DE COMÊNIO PARA O ENSINO

João Amós Comênio, um dos primeiros pedagogos que a história registra, revela importantíssimos fundamentos para ensinar e aprender com facilidade; dentre eles, os mandamentos que foram publicados no livro Comênio: A Emergência da Modernidade na Educação (de João Luis Gasparin, Editora Vozes), os quais transcrevo:


"A educação da juventude se processará facilmente se:

I. Começar cedo, antes da corrupção das inteligências.

II. Se fizer com a devida preparação dos espíritos.

III. Proceder das coisas gerais para as particulares.

IV. E das coisas mais fáceis para as amais difíceis.

V. Se ninguém for demasiado sobrecarregado com trabalhos escolares.

VI. Se em tudo se proceder lentamente.

VII. E se os espíritos não forem constrangidos a fazer nada mais que aquilo que desejam fazer espontaneamente, segundo a idade e por efeito do método.

VIII. Se todas as coisas forem ensinadas, colocando-as imediatamente sob os sentidos.

IX. E fazendo ver a utilidade imediata.

X. E se tudo se ensinar sempre com um só e o mesmo método."
Esta é uma lição diária que todo e qualquer educador deve ter em mente no seu cotidiano, na sua reflexão e prática educacional. Vale apena por em prática!

2 de julho de 2009

Plano Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica

O Plano Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica é resultado da ação conjunta do Ministério da Educação (MEC), de Instituições Públicas de Educação Superior (IPES) e das Secretarias de Educação dos Estados e Municípios, no âmbito do PDE - Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação – que estabeleceu no país um novo regime de colaboração da União com os estados e municípios, respeitando a de autonomia dos entes federados.

A partir de 2007, com a adesão ao Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, os estados e municípios elaboraram seus respectivos Planos de Ações Articuladas, onde puderam refletir suas necessidades e aspirações, em termos de ações, demandas, prioridades e metodologias, visando assegurar a formação exigida na LDB para todos os professores que atuam na educação básica.

Os Planejamentos Estratégicos foram aprimorados com o Decreto 6.755, de janeiro de 2009, que instituiu a Política Nacional de Formação dos Profissionais do Magistério da Educação Básica, com a finalidade de organizar, em regime de colaboração da União com os estados, Distrito Federal e municípios, a formação inicial e continuada desses profissionais.

O Plano Nacional de Formação é destinado aos professores em exercício das escolas públicas estaduais e municipais sem formação adequada à LDB, oferecendo cursos superiores públicos, gratuitos e de qualidade, com a oferta cobrindo os municípios de 21 estados da Federação, por meio de 76 Instituições Públicas de Educação Superior, das quais 48 Federais e 28 Estaduais, com a colaboração de 14 universidades comunitárias.

Por meio deste Plano, o docente sem formação adequada poderá se graduar nos cursos de 1ª Licenciatura, com carga horária de 2.800 horas mais 400 horas de estágio para professores sem graduação, de 2ª Licenciatura, com carga horária de 800 a 1.200 horas para professores que atuam fora da área de formação, e de Formação Pedagógica, para bacharéis sem licenciatura. Todas as licenciaturas das áreas de conhecimento da educação básica serão ministradas no Plano, com cursos gratuitos para professores em exercício das escolas públicas, nas modalidades presencial e a distância.

O professor fará sua inscrição nos cursos por meio de um sistema desenvolvido pelo MEC denominado Plataforma Paulo Freire, onde também terá seu currículo cadastrado e atualizado. A partir da pré-inscrição dos professores e da oferta de formação pelas IES públicas, as secretarias estaduais e municipais de educação terão na Plataforma Freire um instrumento de planejamento estratégico capaz de adequar a oferta das IES públicas à demanda dos professores e às necessidades reais das escolas de suas redes. A partir desse planejamento estratégico, as pré-inscrições são submetidas pelas secretarias estaduais e municipais às IES públicas, que procederão à inscrição dos professores nos cursos oferecidos.




Fonte: Ministério da Educação/Plataforma Paulo Freire

Joguinho para quem gosta de dançar


26 de dezembro de 2008

Ensinamento

As injúrias são as razões dos que não têm razão.
Jean-jacques Rousseau (1712-1778), filósofo e escritor suíço

14 de dezembro de 2008

Pensamento da semana

A falsa coragem espreita as grandes ocasiões; a verdadeira, consiste em vencer a cada dia os pequenos inimigos.
Paul Nizan (1905 - 1940), escritor francês

8 de dezembro de 2008

Pensamento da semana

Nada é mais vergonhoso que uma afirmativa sem conhecimento.

Cícero (106-43 a.C.), político e orador latino